sábado, 17 de dezembro de 2011

domingo, 20 de novembro de 2011

CHRIS BOTTI IN BOSTON | "Emmanuel" w/ Lucia Micarelli | PBS

Postado por Altair Martins no Facebook

Acclaimed trumpeter Chris Botti and "rock star" violinist Lucia Micarelli perform the moving "Emmanuel" in Botti's new PBS special CHRIS BOTTI IN BOSTON, premiering February 28 on PBS (check local listings).

In his new PBS special, CHRIS BOTTI IN BOSTON, trumpeter Botti performs with an incredible group of featured guest artists, including Sting, Josh Groban, John Mayer, Yo-Yo Ma, Lucia Micarelli, Katharine McPhee, Steven Tyler and Sy Smith, with Keith Lockhart conducting the Boston Pops. The program was filmed at Symphony Hall in Boston. It premieres February 28 and airs throughout March 2009 on most PBS stations. Check local listings for dates and times in your area. Help PBS continue to offer all Americans -- from every walk of life -- the opportunity to explore new ideas and new worlds through television and online content. To donate, please visit http://www.pbs.org/support.

terça-feira, 15 de novembro de 2011

segunda-feira, 31 de outubro de 2011

Pianista Tenório Jr - Para que estas coisas não fiquem esquecidas!!!


Repassando, quem sabe um episódio conhecido por muitos ou quase todos. Ruy situa tal qual soube na época, quando me encontrava em Buenos Aires naqueles dias com alguns companheiros. Por mais se escondesse, a repressão sempre deixava a ponta do rabo de fora. O mais importante, porém, é que, por ali, os "segredos" estão rotos e a justiça vai sendo feita com torturadores punidos. A placa em homernagem a Francisco Tenório Jr., pianista do grupo Vinícius de Moraes e Toquinho, merece nossa atenção e reforça a luta por justiça entre nós e o indispensável que é a abertura dos arquivos da ditadura.
Com punições a seus agentes, é claro.
Abraços. Pedro Viegas.

RUY CASTRO

Placa para Tenório

RIO DE JANEIRO - No dia 18 de março de 1976, o pianista brasileiro Francisco Tenório Jr., 33, estava em Buenos Aires para uma temporada no Teatro Rex com seus patrícios Vinicius de Moraes e Toquinho. Naquela noite, saiu do hotel Normandie, onde estavam hospedados, e deixou um bilhete: "Vou comprar cigarros e um remédio. Volto já". Não voltou -nunca mais.
Fora confundido com um militante procurado pela ditadura argentina e levado preso. Por falar bem espanhol e com sotaque portenho, não acreditaram que fosse brasileiro, músico e inocente. Passaram a torturá-lo, com a colaboração, a partir do quinto dia, de agentes brasileiros da Operação Condor, braço internacional das ditaduras argentina, brasileira, chilena e uruguaia.
Nove dias depois, seus algozes se convenceram de que tinham se enganado. Mas, já então, Tenório estava cruelmente machucado. Pior: vira o rosto deles. Não podiam devolvê-lo à rua. O jeito era matá-lo, o que fizeram com um tiro, no dia 27. Dali Tenório foi dado como "desaparecido", e o Brasil nunca se empenhou em elucidar o fim de um de seus filhos mais talentosos -autor, em 1964, aos 21 anos, do grande disco instrumental "Embalo".
Os detalhes gravíssimos sobre a morte de Tenório só começaram a aparecer dez anos depois, em 1986, e mesmo assim porque um membro da inteligência argentina resolveu contar. Pois, agora, os argentinos, que não estão varrendo a sua ditadura para debaixo do tapete, nos darão em breve nova lição.
No dia 16 de novembro, às 14 h, a cidade de Buenos Aires, por iniciativa do deputado portenho Raul Puy, homenageará Tenório com uma placa na fachada do hotel Normandie, na rua Rodríguez Peña, 320, de onde ele saiu para morrer. Ela dirá: "Aqui se hospedou este brilhante músico brasileiro, vítima da ditadura militar argentina".

domingo, 16 de outubro de 2011

Ravi Coltrane & Alice Coltrane - A Love Supreme

Ravi Alice Coltrane Reggie Workman Roy Haynes

Just Friends - Bill Holmann

Que pintura de arranjo...

the WDR Big Band directed by Bill Holman
recorded in 2000.

James Moody (ts)
Frank Chastenier (p)
Jeff Hamilton (dr)

McConnell - Just Friends

he University of Arizona Studio Jazz Ensemble under the direction of Professor Moises Paiewonsky performs Rob McConnell's arrangement of Just Friends (Soloists: Paul Deemer, Moises Paiewonsky, Robert Gibboni)

Marcus Miller - So What

Miles davis & Marcus miller - mr pastorius

Video do miles davis & marcus miller - mr pastorius mtv jazz

Marcus Miller (Bass Clarinet) & David Sanborn - In A Sentimental Mood

Marcus Miller, Bass Clarinet, David Sanborn Live Under The Sky Altosax Jazz Fusion


Eric Dolphy - God Bless the Child

Eric Dolphy - O maior virtuose multi-instrumentista de sopro.

Charles Mingus: Live in Europe 1964 with Eric Dolphy

Charles Mingus : bass;
Eric Dolphy: alto sax,flute and bass clarinet;
Jaki Byard:piano;
Johnny Coles:trumpet;
Clifford Jordan:tenor sax;
Dannie Richmond:drums.

http://www.youtube.com/watch?v=Cw2KsrKaeB4&feature=share

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Yusef Latif no Canal 3 - Sesc TV

Yusef Latif terá um especial na quarta-feira, dia 12 de outubro de 2011, no canal 3 da Tv por assinatura SESC TV às 22h.


Belmondo & Yusef Lateef - Brother John (Yusef Lateef)

Belmondo & Yusef Lateef - Metaphor (Yusef Lateef)

Yusef Lateef - flûte, saxophone
Lionel Belmondo - saxophone
Stéphane Belmondo - bugle, coquillage
Laurent Fickeison - piano
Bastien Still - tubas, trombone
François Christin - cor
Phillipe Gauithier - flûte
Jérôme Voisin - clarinette
Julien Hardy - baryton
Hérvé Lenoble - contrebasse
Bernard Burgun - cor angiais
Sylvain Romano - basse
Dre Pallemaerts - batterie

Jazz à Vienne 2006

domingo, 9 de outubro de 2011

Stanley Clarke acoustic bass solo (School Days)

Taken from the Rite of Strings live at Montreaux 1994. Just another reason to worship Stanley Clarke


Superbass - Blue Monk

SuperBass (John Clayton, Ray Brown et Christian McBride) et le WDR Big Band. C'est John Goldsby qui assure la partie de basse pendant les interventions de l'orchestre.

Christian McBride upright bass solo

Christian McBride upright bass solo on the Ornette Coleman tune "Turnaround" with Joshua Redman, Pat Metheny and Brian Blade

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

Joshua Redman Quartet - Straight Ahead

Concerto gravado na Bélgica em 1994

Joshua Redman - tenor
Jonny Rei - piano
Christian McBride - baixo
Brian Blade - bateria

Joe Lovano - Portrait of Jenny

Joe Lovan em grande forma tocando a bela balada "Portrait of Jenny".
Joe Lovano - tenor
Kenny Werner - piano
Scott Lee - bass
Jeff Williams - drums

Montreux 1994

Ella Fitzgerald and Joe Pass - Cry me a river (1975)

Ella Fitzgerald e Joe Pass juntos nesta magnífica performance de "Cry me a river"

Oscar Peterson - When I fall in love

Oscar Peterson Piano Solo

Oscar Peterson - When I fall in love

Oscar Peterson

Keith Jarrett Trio - You and the Night and the Music

Standards II
Live in Tokyo, Japan 1986

Keith Jarrett - Piano
Gary Peacock - Bass
Jack DeJohnette - Drums

Herbie Hancock & John McLaughlin - Turn Out the Stars

E agoara o Tributo para Bill Evans

Bill Evans Live - Turn out the Stars (Jazz Piano)

Este vídeo mostra Bill Evans tocando com seu trio - o baixista Marc Johnson e o baterista Joe La Barbera quase um ano e meio antes de sua morte trágica e prematura.
Live from Iowa. 30 de janeiro de 1979.

terça-feira, 27 de setembro de 2011

Moody's Mood For Love - Take 6, Brian McKnight, Patti Austin

From 1995 from Q's Jook Joint. Awesome job by Brian and The guys.

Quincy Jones - Bluesette (feat. Toots Thielemans, 1981)

shot live at Budokan, Tokyo, Japan, 1981,**** feat. PATTI AUSTIN - voc , JAMES INGRAM - voc, CARLOS RIOS - g, LOUIS JOHNSON - bg, ROD TEMPERTON - keyb, GREG PHILLINGANES - keyb, JEROME RICHARDSON - sax, JERRY HEY - tp, PETER CHRISTLIEB - sax, JOHN ROBINSON - dr, OLLIE BROWN - perc, VIVIEN CHERRY - voc, PEGGY LIPTON JONES - voc, JANNA TYLER - voc

segunda-feira, 19 de setembro de 2011

Pharoah Sanders - Body and Soul - Live in Marciac 2004

Pharoah Sanders - Body and Soul - Live in Marciac 2004
BODY AND SOUL (Johnny Green, Edward Heyman)
Pharoah Sanders (ts)
Nat Reeves (b)
Anthony Wonsey (p)
Joe Farnsworth (d)

Joe Lovano Nonet Live in Paris

http://www.jazzvideoguy.tv presents the Joe Lovano Nonet Live in Paris, at New Morning, February 19, 2001, featuring Joe Lovano, Steve Slagle, Ralph Lalama and Gary Smulyan, saxes; Barry Reis, trumpet; Larry Farrell, trombone; John Hicks, piano; Dennis Irwin, bass; and Lewis Nash on drums.

Chick Corea Akoustic Band - La Fiesta

Chick Corea John Patitucci Dave Weckl La Fiesta

Stanley Clarke acoustic bass solo (School Days)

Taken from the Rite of Strings live at Montreaux 1994. Just another reason to worship Stanley Clarke

segunda-feira, 12 de setembro de 2011

Chick Corea acoustic band & Bobby McFerrin "Autumn Leaves"

Jazzgipfel, Liederhalle, Stuttgart, Germany 13th July 1988.
Chick Corea: piano, John Patitucci: bass, Tom Brechtlein: drums, Bobby McFerrin: vocals. Amazing performance !

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

NY Jazz Giants-Faddis,Harrell,Watson,Miller,Tabackin...

The NY Jazz Giants at JVC Jazz Festival...Bobby Watson-alto, Lew Tabackin-Tenor, Jon Faddis-trumpet, Tom Harrell-fugelhorn, Mulgrew Miller-piano, Carl Allen-drums, Ray Drummond-bass

Tom Harrell-Donna Lee

Tom Harrell,Jens Winther,AC in the backyard of Copenhagen Jazzhouse april 25 2009

Paquito D'Rivera

Uma obra prima. Lembrou meu tempos de gafieira.

J.J. Johnson Quintet - Blue Bossa - U. Jazz 1993

J.J. Johnson, Trombone
Ralph Moore, Tenor Sax
Renee Rosnes, Piano
Rufus Reid, Bass
Billy Drummond, Drums

Dizzy Gillespie in Helsinki - Autumn Leaves

Dizzy Gillespie plays Autumn Leaves with
Olli Ahvenlahti - piano, Eero Koivistoinen - saxophone, Reino "Reiska" laine - drums and Roman Dylag - upright bass

domingo, 28 de agosto de 2011

Eddie Gomez, David Kikoski, Bill Stewart on Nardis

Eddie Gomez (Bass), David Kikoski (Piano), Bill Stewart performing "Nardis" at Villa Celimontana Jazz Festival on 7/2007

quinta-feira, 25 de agosto de 2011

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Trumpet summit - honeysuckle rose


Trumpet summit - honeysuckle rose por MrDrive

1992 - To Diz With Love - Blue And Boogie

All-star réuni par Slide Hampton en hommage à Dizzy Gillespie en 1992 à Vienne.

Freddy Hubbard, Jon Faddis, Red Rodney, Claudio Roditi, Roy Hargrove (tp),
Antonio Hart, James Moody, Jimmy Heath (saxes), Slide Hampton (tb),
Danilo Perez (p), George Mraz (b), Lewis Nash (dr)



1992 - To Diz With Love - Blue And Boogie por savelonp

Postado no Facebook pelo trumpetista Altair Martins

quinta-feira, 18 de agosto de 2011

All Blues - Brecker / Lovano / Liebman - Live at Birdland - 12/17/99

Miles Davis' All Blues performed by the Saxophone Summit featuring David LIebman, Michael Brecker and Joe Lovano with Phil Markowitz on piano, Rufus Reid on bass, and Billy Hart on drums

quinta-feira, 11 de agosto de 2011

Tema de Victor Assis Brasil - Festival de Saxofone 2011

Tema de Victor Assis Brasil interpretado por Daniel Garcia (tenor), Idriss Boudrioua (alto), Alexandre Carvalho (g), Augusto Mattoso (b) e Renato Massa (d). Sala Baden Powell em 15 de julho de 2011.

domingo, 7 de agosto de 2011

Faleceu Frank Foster

Mais um grande músico nos deixa...



Aos 82 anos de idade, faleceu Frank Foster, um dos grandes músicos, não só como saxofonista e flautista mas também como compositor e arranjador.
Conforme informação de sua esposa, Foster foi vitimado por complicações renais. Lembremos que ele tocou durante anos na orquestra de Count Basie e após a morte do maestro dirigiu a banda, participando inclusive de um dos festivais de Jazz aqui no Rio de Janeiro.
Ganhador de dois Grammys e membro da “National Endowment for the Arts”, a instituição de maior prestígio nos Estado Unidos, Foster foi também consultor musical e professor de várias universidades americanas. Apoiou também causas humanitárias com a “Jazz Foundation of America”, que se dedica a dar apoio a músicos de jazz e blues.
Sempre que ouvirmos “Shining Stockins”, lembraremos de Frank Foster, seu autor, do que se tornou um dos mais famosos temas do Jazz.
RIP
Extraído: http://charutojazz.blogspot.com/

sexta-feira, 22 de julho de 2011

The Hippest Jazz Camp: Jazz in July - Faculty Concert - Steve Kuhn and Friends

Jazz in July Faculty Concert, Amherst, MA, July 21, 2011 "Softly as In A Morning Sunrise: Steve Kuhn, piano; Avery Sharpe, bass; Steve Johns, drums; Derrick Gardner, trumpet.


quinta-feira, 21 de julho de 2011

Pepper Adams, Baritone Sax, "Once Around", Thad Jones & Mel Lewis, Jazz Festival, Montreux 1974



Park "Pepper" Adams III, Baritone Sax solo starts at 2:42 min.

Already in the late-1950s, Stan Kenton had an appropriate nickname for the baritone beast:

"The Knife."

Pepper Adams and Nick Brignola were indisputably, unquestionably the two greatest bari sax players ever.
No other baritonist has ever come close.
(Frank Basile, keep practicing)

Pepper Adams did his best work in the 1970-1980 period. Recommeded Pepper Adams albums/CDs from this decade: "Ephemera", "Reflectory", "Be Bop?" [with Barry Altschul], "Baritone Madness" [Nick Brignola], "The Master", "One For Bird" [Bishop Norman Williams], "Twelfth & Pingree", "New Life" [Thad Jones/Mel Lewis], "Julian", "Four On The Outside" [Curtis Fuller], "Live in Europe", "Live Jazz By the Sea", just to name a few...

"Urban Dreams" (1981) is also phenomenal, but it's a great pity he used a crappy new mouthpiece (and his new sax) during this recording (he promply discarded the piece-of-junk mouthpiece for another one that improved the sound quality, although it was never as good as the old Berg Larsen he had acquired in the late 1940s -- the one you see in the above video).

Pepper Adams considered "Reflectory" (1978) and "The Master" (1980) his two best albums. [and rightly so]

Gary Carner's website (http://www.PepperAdams.com) is a must for all Pepper Adams and baritone sax fans.

No "Yakety Sax"...

Some related vids:

http://www.youtube.com/user/PepperAdamsJazz#p/a/u/0/21Gi4NL5kes

http://www.youtube.com/user/PepperAdamsJazz#p/u/5/CqhD1MdvKy8

http://www.youtube.com/user/PepperAdamsJazz#p/u/6/lvJxRzwpOiQ

http://www.youtube.com/user/PepperAdamsJazz#p/u/8/EYwO75rNmtE

http://www.youtube.com/user/PepperAdamsJazz#p/u/10/TBHh_c4kY_0

http://www.youtube.com/user/PepperAdamsJazz#p/u/12/rUk6ecSYarI

http://www.youtube.com/user/PepperAdamsJazz#p/u/17/KAcczwC7oJA

domingo, 17 de julho de 2011

Stanley Turrentine with Gary Burton and Billy Taylor: Little Willie Leaps

Músicos: Roger Humphries, drums; Rufus Reid, bass; Gary Burton, vibes; Billy Taylor, piano and Stanley Turrentine, tenor saxophone. Concerto em Manchester Craftman's Guild. Cortesia especial Marty Ashby

segunda-feira, 13 de junho de 2011

Cherokee..Arturo Sandoval Chuck Findley and more

Uma grande nipe de trumpets, Arturo Sandoval, Chuck Findley, Randy Brecker e Stripling Byron. Da série GRP ...

Jazz Messengers - Ms B.C.

Art Blakey & Jazz Messengers:
Wynton Marsalis - tp
Branford Marsalis - as
Billy Pierce - ts
Donald Brown - p
Charles Fambrough - db
Art Blakey - dr

Art Blakey's Jazz Messengers feat. Freddie Hubbard - Lester Left Town

Freddie Hubbard, o músico de jazz Grammy-winning cujo o virtuosismo de ardência influenciou uma geração de trompetistas e que colaborou com artistas como Ornette Coleman, John Coltrane e Sonny Rollins, morreu segunda-feira, um mês depois de sofrer um ataque cardíaco. Ele tinha 70 anos.

Uma figura de destaque nos círculos de jazz, Hubbard tocou em centenas de gravações em uma carreira que datam de 1958, ano em que chegou a Nova York de sua cidade natal Indianápolis, onde ele havia estudado no Arthur Jordan Conservatory of Music e com a Sinfônica de Indianápolis.

Logo ele tinha ligado com lendas do jazz como Thelonious Monk, Miles Davis, Cannonball Adderley e Coltrane eo resto é história. RIP Freddie, você não será esquecido.

RAY BRYANT (1931 / 2-6-2011)



Foi-se mais um grande pianista de Jazz, conhecido como “um tradicionalista moderno”, pela maneira como que interpretava os “blues”. Ray Bryant contava 80 anos e construiu uma carreira sólida , firmada numa espetacular discografia como solista e acompanhando grandes intérpretes músicos e cantores. Segundo as noticias, Bryant sucumbiu após uma longa luta contra pertinaz doença.
RIP
Extraído do http://charutojazz.blogspot.com/

sábado, 11 de junho de 2011

Idrissziando - Brasilidade Geral

Homenagem do grupo BG (Brasilidade Geral), a Idriss Boudrioua.
Composição e arranjo - Bruno Santos
Grupo BG
Bruno Santos - Trump. & Flugel
Roger Rocha - Sax Alto, Sop. & Tenor
Josué Lopez - Sax Tenor
Rafael Rocha - Trombone
Joabe Reis - Trombone
Daniel Freire - Sax Baritono
Hugo Maciel - Baixo
Renato Rocha - Bateria

quinta-feira, 9 de junho de 2011

When Frank Wess Plays a Ballad, Ben Webster Smiles

Balada clássica de Billy Strayhorn "Lush Life", realizado pela lenda do sax tenor, Frank Wess, com Ingrid Jensen, trompete, Frank Wess, tenor; Russell Malone, guitarrista; Chip Jackson, baixo e Winard Harper, tambores. A partir de "uma noite com Billy Taylor" 30 de setembro de 2006 na Associação dos Artesão de Manchester. Para obter mais Billy Taylor, visite http://www.billytaylorjazz.com agradecimento especial a Marty Ashby.

terça-feira, 31 de maio de 2011

David Liebman Plays John Coltrane's Mr. PC with help from the Airmen of Note

NEA Jazz Master David Liebman com a Força Aérea Big Band da Força Aérea da nota tocando "Mr. PC" (arranjo por Rich Shemaria) de 2011 a Jazz Education Network Conference, em Nova Orleans

sábado, 28 de maio de 2011

Instrumental SESC Brasil - Idriss Boudrioua e Sexteto - Waltz for Phil (Victor Assis Brasil)

Saxofonista apresenta composições de seu último CD "Base & Brass", acompanhado de sexteto.

Formação:
Altair Martins (trompete e flugelhorn), Marcelo Martins (saxofone tenor), Henrique Band (saxofone barítono), Vítor Gonsalvez (piano), Rafael Barata (bateria);
Sérgio Barroso (baixo)

Data da apresentação:
27/01/2009

sexta-feira, 27 de maio de 2011

Você conhece os Instrumentos de uma Orquestra Sinfônica?

Passe o mouse para conhecê-los. Lúdico e para quem curte, super gostoso de ver seu som e sua função dentro desse mundo de possibilidades sonoras.

Por último acione o maestro.

Gary Bartz Meets Keith Jarrett

Difícil de acreditar que esta apresentação é de 1971, quarenta anos a partir de hoje (24 de maio de 2011)



Hoje ambos são bem mais comportados. rs

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Vestigios - Kiko Continentino e Paulo Russo

Postado por Paulo Russo no Face Book

Kiko Continentino e Paulo Russo no SESC Paulista dia 6 de marco de 2007

sábado, 14 de maio de 2011

Ellington - Perdido

O que faz a Mardita da Cachaça....Paul Gonsalvez cheio de Goró dormindo em pleno show....rs.
Postado por Altair Martins no Facebook



Grande performance ao vivo de Perdido. Certifique-se de manter um olho em Paulo Gonçalves dormindo solenemente durante a apresentação da banda.

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Things to Come - Dizzy Gillespie 1968



Aqui vemos em 1968 Dizzy levando sua Big Band e tocando um solo de trompete magnífico. Há também solos do pianista Mike Longo e do saxofonista tenor Paul Jeffrey.
Dizzy, sua banda e os arranjos certamente fazem isso em um som totalmente original.
"Dizzy" Gillespie (1917 - 1993) Foi um Afro-americano, trompetista de jazz, maestro, cantor e compositor. Gillespie, com Charlie Parker, foi uma figura importante no desenvolvimento do movimento bebop no jazz moderno.
Além de apresentar nesses momentos de época no jazz, ele foi fundamental na fundação de jazz afro-cubano, a versão moderna do jazz "Tinge espanhol". Gillespie foi um improvisador trompete e talentosos, com base no estilo virtuoso de Roy Eldridge, mas a adição de camadas de complexidade harmônica até então desconhecida no jazz. Além de suas habilidades instrumentais, boina de Dizzy e óculos de aro de chifre, o seu scat singing, seu chifre torto e bochechas pouched, e sua personalidade alegre foram essenciais para a popularização do bebop, que foi inicialmente considerada como música ameaçador e assustador por muitos ouvintes levantadas em estilos mais antigos de jazz. Ele teve um enorme impacto em praticamente todas as trompetista posteriores, tanto pelo seu exemplo de jogar e como mentor de jovens músicos.
Ele também usou a buzina cujo sino foi dobrado em um ângulo de 45 graus ao invés de um tradicional trompete reto. Este foi o resultado de danos acidentais, mas a constrição causada pela flexão alterado o tom do instrumento, e Gillespie gostei do efeito.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Autumn Leaves - Stanley Jordan



Grande músico Stanley Jordan, o Classico agora dirigido por grandes nomes como Coltrane, Sinatra, Daves e muitos outros ... com grande sutileza e técnica, a surpresa da Jordânia para tocar suas duas guitarras ao mesmo tempo.
É imperdível este vídeo para alguém que gosta e Jazz Guitar.

"Autumn Leaves"é uma canção muito popular gravada. Originalmente uma 1945 canção francesa "Les Feuilles Mortes"(literalmente "Dead Leaves"), com música de Joseph Kosma e letras do poeta Jacques Prévert, letras Inglês foram escritas em 1947 pelo norte-americano e compositor Johnny Mercer. Tornou-se um padrão pop e do jazz em ambas as línguas, e como um instrumental. "Les feuilles mortes"foi introduzido por Yves Montand em 1946 para o filme Les Portes de la Nuit [1].

O filme Autumn Leaves (1956), estrelado por Joan Crawford apresentou a canção, que foi cantada por Nat King Cole sobre a seqüência do título. O compositor francês Serge Gainsbourg escreveu "La chanson de Prévert" como um tributo a essa música. A homenagem adicionou muita cor na música.

Panther - Marcus Miller, Lee Ritenour, George Duke

Tributo a John Coltrane e Miles Davis - Dia 20 de maio

My Favorite Things - John Coltrane e Eric Dolphy



My Favorite Things é um álbum de jazz de 1961 por John Coltrane. É considerado por muitos críticos de jazz e ouvintes a uma gravação altamente significativo e histórico. Foi a primeira sessão gravada por Coltrane no rótulo do Atlântico, a primeira a apresentar o seu novo quarteto com McCoy Tyner (piano), Elvin Jones (bateria) e Steve Davis (baixo) - não Jimmy Garrison nem Reggie Workman caracterizado como ainda.

É classificado como um álbum em que Coltrane fez uma pausa sem bop, introduzindo complexo harmônico regravações de canções como "My Favorite Things" e "But Not For Me". Além disso, num momento em que o saxofone soprano era considerado obsoleto, ele demonstrou uma investigação mais aprofundada Coltrane das capacidades do instrumento em um idioma do jazz

domingo, 1 de maio de 2011

Name that Monk Tune: Paul Carr's Quintet with Special Guest Randy Brecker

http://www.midatlanticjazzfestival.org presents the Paul Carr Quintet featuring Paul Carr, tenor saxophone; Bobby Broom, guitar; Allyn Johnson, piano; MIchael Bowie, bass; Harold Summey, drums and Randy Brecker on trumpet. From the 2011 Mid-Atlantic Jazz Festival in Rockville, Maryland.

quarta-feira, 27 de abril de 2011

Entrevista com Hermeto Pascoal

O multiinstrumentista e compositor fala sobre seu processo criativo e seu livro, Calendário do Som, onde publicou 367 partituras, feitas uma a cada dia, durante 1 ano. Saiba mais em http://www.saraivaconteudo.com.br/artigo.aspx?id=281

terça-feira, 26 de abril de 2011

Muthspiel & Blade - FRIENDLY TRAVELERS LIVE

Salve Heleno, dê uma olhada nisso: Brian Blade (bateria) e o guitarrista austríaco Wolfgang Muthspiel, na turnê de 2008, Friendly Travelers. Grande abraço.

quinta-feira, 21 de abril de 2011

Horacio Hernandez - On Fire (Michel camilo 2002)

Postado por Reginaldo Santos no facebook

Horacio Heranadez playing On Fire live with Michel Camilo in 2002 at the North Sea jazz Festival.

Someday My Prince Will Come - Chick Corea Akoustic Band

Chick Corea, John Patitucci, Dave Weckl. Rendezvous In New York

Bill Evans Live - Someday my Prince Will Come (Jazz Piano)

This video shows Bill Evans playing with his last regular trio - bassist Marc Johnson and drummer Joe La Barbera nearly a year and a half before his tragic and untimely death.
Live from Iowa. 30th January 1979.


CHICK COREA AKOUSTIC BAND - ON GREEN DOLPHIN STREET

Chick Corea Akoustic Band Live Performance of "On Green Dolphin Street"

Chick Corea - Piano
John Patitucci - Bass
Dave Weckl - Drums

Tributo a Miles Davis e John Coltrane no SINPRO-Rio

Keith Jarrett Trio - On Green Dolphin Street

Postado por Reginaldo Santos no Facebook

segunda-feira, 18 de abril de 2011

Freddie Hubbard - Fantasy In D

Postado por Raul de Souza no facebook
Grande emoçao e prazer de ter Freddie no meu álbum "Sweet Lucy" em 1977. Para mim é um grande virtuoso trompetista.

This is from the Village Vanguard, 1982 with Cedar Walton, Ron Carter, and Lenny White.

Chick Corea~Concierto de Aranjuez-spain 3/3

Ver os vídeos na seguinte ordem: 1\3, 2\3 e 3\3

Chick Corea~Concierto de Aranjuez-spain 2/3

Chick Corea~Concierto de Aranjuez-Spain 1/3

Birdland...Coltrane...Brecker...Liebman...Lovano



For the first time since it was performed in 1999, the uncut version of "Locomotion" written by John Coltrane and performed by the Saxophone

Falecimento do maestro Marcos Zpilmann - Rio Jazz Orchestra



De luto a Rio Jazz Orchestra e os aficcionados do jazz, com falecimento do maestro Marcos Zpilmann, ocorrido sexta-feira.

domingo, 17 de abril de 2011

Kurt Elling & All Jarreau - Take 5 (Legends Of Jazz Showcase, 2006)

My Foolish Heart by Kurt Elling

My foolish heart by Kurt Elling at the Montreal Jazz Festival, Montreal,

Kevin Mahogany - Please Send Me Someone To Love (1997)

Kevin MAHOGANY - vocal; James WEIDMAN - piano; Dave STRYKER - guitar; Tyrone CLARK - bass; Todd STRAIT - drums.

Manhattan Transfer How High The Moon

"Route 66" - The Manhattan Transfer (2008)

Jaco Pastorius (with Weather Report) - Portrait Of Tracy

Live At Montreux Jazz Festival, July 18, 1976.

Weather Report - Birdland

This is from the Stadthalle Offenbach Concert that took place 1978.

Joe Lovano and Hank Jones

The Not So New Blues - John Fedchock's All Star Sextet featuring Bob Mintzer and Terell Stafford

sábado, 9 de abril de 2011

Biografia do Joâo Donato


João Donato de Oliveira Neto (Rio Branco, 17 de agosto de 1934), mais conhecido apenas como João Donato, é um pianista, acordeonista, arranjador, cantor e compositor brasileiro.
Donato foi amigo de todos os expoentes do movimento bossanovista, como João Gilberto, Tom Jobim, Vinícius de Moraes e Johnny Alf, entre outros, mas nunca foi caracterizado unicamente como tal, e sim um músico muito criativo e que promove fusões musicais, de jazz e música latina, entre tantos outros. Na década década de 1950, João Donato se muda para os Estados Unidos onde permanece durante 13 anos e realiza o que nunca tinha conseguido no Brasil: reincorporar a musicalidade afro-cubana ao jazz. Grava o disco A Bad Donato e compõe músicas como "Amazonas", "A Rã" e "Cadê Jodel". Retorna ao Brasil, reencontra a música brasileira que estava sendo feita no país, mas não abandona sua paixão pela fusão entre o jazz e ritmos caribenhos. Como arranjador participou de discos de grandes nomes da MPB como Gal Costa e Gilberto Gil.
Entre as composições mais conhecidas do músico, estão: "Amazonas", "Lugar Comum", "Simples Carinho", "Até Quem Sabe" e "Nasci Para Bailar". Segundo o crítico musical Tárik de Souza: "Durante muito tempo, João Donato foi um mito das internas da MPB. Gênio, desligado, louco, de tudo um pouco.[1].

João Donato - Amazonas (João Donato) - Instrumental SESC Brasil - 06/12/2010

quinta-feira, 24 de março de 2011

Gilson Peranzzetta e Nelson Faria

Gilson Peranzzetta

Biografia

Conhecido por imprimir criatividade e delicadeza a sua performance como pianista e arranjador, Gilson nasceu em uma família de músicos. Aos nove anos de idade, começou a estudar acordeon, decidindo-se, um ano depois, pelo piano. Cursou a Escola Nacional de Música e o Conservatório Brasileiro de Música.
Iniciou sua carreira profissional em 1964, acompanhando diversos artistas como Elizeth Cardoso, Maria Creuza, Antonio Carlos e Jocafi, Gonzaguinha, Simone, Gal Costa, Joanna, Edu Lobo e Ivan Lins, com quem atuou também, durante 10 anos, como arranjador, diretor musical e produtor musical.
Citado pelo maestro e produtor Quincy Jones como um dos maiores arranjadores do mundo, Gilson Peranzzetta, ao longo de sua carreira recebeu inúmeros prêmios, entre eles três Prêmios Sharp de Música como melhor arranjador, melhor compositor e melhor intérprete. Contabiliza 33 CDs solo lançados nos últimos 20 anos, - os nove últimos saíram pelo selo Marari Discos, criado por Peranzzetta em 1999 - além de centenas de cds gravados para diversos artistas como pianista, produtor e arranjador. Manhã de Carnaval, seu último disco, lançado em 2005, saiu simultaneamente no Brasil, na Argentina e na Espanha.
Compõe também trilhas sonoras para filmes e seriados de televisão. Sua música Setembro, em parceria com Ivan Lins foi incluída na trilha sonora da premiada série norte-americana Dallas e no filme Boys´n the Hood, Sorriso de Luz, na mini-série brasileira Labirinto e Ciúme, no filme Dom estrelado por Marcos Palmeira e Maria Fernanda Cândido. Peranzzetta tem atualmente 150 músicas compostas muitas delas gravadas por artistas nacionais como Djavan, Ivan Lins, Leila Pinheiro, Dori Caymmi, Nana Caymmi e por artistas internacionais como George Benson, Sara Vaughn, Quincy Jones, Dianne Schurr e Shirley Horn, entre outros. Apresenta-se anualmente no Japão, Estados Unidos e Espanha (onde morou por três anos). A cada dois anos grava com a WDR Big Band, da cidade de Colônia - Alemanha e com ela excursiona pela Europa atuando como maestro, arranjador e intérprete.
Para a música de concerto, Gilson compôs a suite Miragem, para orquestra sinfônica e piano, executada em primeira audição pela Jazz Sinfônica de São Paulo, em 1997 e a suite “Metamorfose”, para piano e orquestra executada em priemira audição em 2002, pela Orquestra Sinfônica Brasileira, com Peranzzetta como solista ao piano.
Para a formação piano e orquestra de cordas compôs Cantos da Vida e Valsa pra Lili. Gravou com o Rio Cello Ensemble o cd Sorrir e participou de dois discos do Quinteto Villa-Lobos como compositor e intérprete. Há dez anos desenvolve um trabalho que une o erudito ao popular ao lado de Mauro Senise (sax e flauta) e David Chew (violoncelo), registrado no cd Extra de Vários (2005).
Em janeiro de 2006 foi convidado pelo compositor Billy Blanco para orquestrar e reger a Sinfonia do Rio de Janeiro (Tom Jobim e Billy Blanco). Além da orquestração e da regência Peranzzetta compôs para a Sinfonia uma nova introdução e todas as ligações entre as canções. O resultado foi uma memorável apresentação na Sala Cecília Meirelles com a participação do Orquestra dos Sonhos, arregimentada por Paschoal Perrota e dos cantores Pery Ribeiro, Leila Pinheiro, Doris Monteiro, Zé Renato, Paulo Marquez e Elza Soares. Ainda no primeiro semestre de 2006 Peranzzetta estará lançando, pelo selo Marari dois novos cds: Valsas e Canções e Bandeira do Divino.
Atualmente Gilson Peranzzetta realiza concertos solo, com seu trio popular (com as participações de Luiz Alves – baixo e João Cortez – bateria), em duo com Mauro Senise(o duo possui três cds lançados em 18 anos de parceria), com o trio erudito (em parceria com Mauro Senise – sax e flauta e David Chew – violoncelo) e concertos como solista convidado de orquestras, além de ministrar workshops de interpretação, arranjo e composição.

sábado, 19 de março de 2011

Morreu Don Chacal

DON CHACAL (* 1941 + 13-03-2011)



Um dos percussionistas preferidos pelos músicos, Don Chacal faleceu em 13 de março aos 69 anos de idade. Segundo o baterista Wilson das Neves, Chacal era perfeito em suas apresentações. Compadre de Chacal, Wilson declara que o mesmo não batia, tocava.
RIP

Keith Jarrett em SP e RJ

Aclamado pianista se apresenta em abril na Sala São Paulo e no Teatro Municipal carioca

People Power By Ivone Santos



Estão à venda os ingressos para as duas apresentações que o maior e mais criativo e influente pianista de jazz de todos os tempos fará no Brasil, dias 6 e 9 de abril, na Sala São Paulo e no Teatro Municipal do Rio de Janeiro, respectivamente.

Como adianta o título do espetáculo trazido ao país pela promotora DellArte, “An Evening of Solo Piano Improvisations” deverá brindar a plateia com o melhor da genialidade de Jarrett, indiscutível mestre do piano contemporâneo, que conjuga em sua peculiar interpretação técnicas de improvisação e digressões jazzísticas.


Keith Jarrett em 2003, ao vencer o Polar Music Prize (Foto Micael Engstrom/IBL)

Nascido em Allentown, Pensilvânia, em 8 de maio de 1945, o músico dos músicos de jazz é um dos pianistas mais influentes dos últimos 25 anos. Com um estilo musical peculiar e grande versatilidade, Jarrett possui uma maneira de tocar muito pessoal. Não é um intérprete conciso: ao contrário, é dado a longas digressões, e muitas de suas peças são improvisos livres, mesclando trechos de caráter erudito.

Na música de Jarrett podemos encontrar alguns elementos bem característicos: o artista gosta de explorar os desdobramentos de melodias simples, líricas e cantantes. Porém, o aspecto mais importante da sua música talvez seja seu modo de tocar, seu pensamento musical. Isso fica especialmente claro quando ele interpreta standards. É como se ele nos levasse a imaginar as notas subentendidas, as frases não articuladas, os caminhos não tomados.

As interpretações de Jarrett são temperadas por leves excentricidades cênicas. Ele tem, por exemplo, o costume de murmurar ou cantarolar enquanto toca. Ocasionalmente, também se levanta da banqueta para tocar de pé. No entanto, tais excentricidades ficam em segundo plano, nunca chegando a ofuscar o compromisso total de Jarrett com a música.

Serviço

São Paulo – 06 de abril de 2011
Sala São Paulo – 21h
Praça Júlio Prestes, 16 – Tel. 11 3367-9500
Ingressos: Disque Dell’Arte, tel. 11 4002-0019
E pelo site www.ingressorapido.com.br
Preços:
Plateia Central — R$ 400
Plateia Elevada — R$ 350
Balcão Mezanino — R$ 400
Coro — R$ 400
Camarote Mezanino I — R$ 400
strong>Camarote Mezanino II — R$ 350
Camarote Superior — R$ 200
Balcão Superior — R$ 350

Rio de Janeiro – 09 de abril de 2011
Teatro Municipal – 21h
Praça Marechal Floriano – Tel. (21) 2262-3501
Ingressos: Disque Dell’Arte, tels. 21 3235-8545 / 2568-8742
Preços:
Frisa e camarote — R$ 400
Plateia — R$ 400
Balcão nobre — R$ 400
Balcão superior — R$ 250
Galeria — R$ 120

sexta-feira, 18 de março de 2011

RARIDADE PARA GUARDAR EM SEUS ARQUIVOS FAVORITOS

Imperdível 



São centenas de CDs !!!!
Verifique no endereço abaixo

http://www.radio3net.ro/dbalbums/albume1001

Você pode até escolher e ouvir o CD todo.

1- Ao colocar o cursor no nome do CD, a capa do disco aparece;

2- Clicando no nome do disco, aparece a relação das faixas que
podem ser ouvidas em sequência.

Você pode até apreciar o Kind of Blue do Miles Davis um dos melhores CDs de Jazz já gravado.

terça-feira, 15 de março de 2011

Morre baterista de jazz, Joe Morello


Causa não divulgada

14/03/2011 11:23:52

Causa do óbito não foi divulgada.
Morreu neste sábado (12), o baterista histórico de jazz, jazz Joe Morello. O músico que era um dos integrantes do Dave Brubeck Quartet, tinha 82 anos e estava em sua casa, em Irvington, Nova Jersey, quando faleceu.

Segundo o site do jornal The New York Times, a causa do óbito não foi divulgada. A notícia da morte foi anunciada através de um comunicado oficial publicado no site do músico, o qual dizia que "seu impacto no mundo da música e em todos aqueles cujas vidas ele tocou viverá para sempre".

Joe Morello esteve no Dave Brubeck Quartet entre 1956 e 1967. Após o término da banda, o músico assumiu a carreira de professor, dando aulas para grandes nomes do jazz, como Jerry Granelli, Danny Gottlieb e Max Weinberg. Porém, Joe Morello não abandonou os palcos, voltando a se apresentar entre as décadas de 80 e 90.

Revista Cifras

domingo, 13 de março de 2011

Jaco Pastorius - A Portrait Of Tracy



Prefiro o baixo acústico, mas para o saudoso Pastorius, temos que tirar o chapéu....

História do Sax



Mais uma história de Instrumentos.

Os tipos de saxofone

O saxofone existe em sete tamanhos: sopranino, soprano, contralto ou alto, tenor, barítono, baixo e contrabaixo. O sopranino, o alto, o barítono e o contrabaixo soam em mi bemol, enquanto que o soprano, o tenor e o baixo, soam em si bemol. A maior parte dos saxofones é curva. O soprano, mais comum na forma reta como o clarinete, aparece também na forma curva. Já o sopranino é reto, aproximando-se do tamanho de uma flauta doce contralto.
Os saxofones mais comuns são o soprano, o alto e o tenor. É muito difícil para o iniciante escolher qual saxofone deseja tocar. Nesse caso, recomendo iniciar os estudos com um alto ou tenor, já que são os mais fáceis de encontrar no mercado, e também são mais baratos. Mais adiante, quando já estiver mais familiarizado, o novo músico poderá optar por aquele de sua preferência. Mas é muito comum tocar-se mais de um saxofone, já que todos possuem um mecanismo padrão

quinta-feira, 10 de março de 2011

Jarret´s song - Kiko Continentino e Paulo Russo



Kiko Continentino e Paulo Russo no SESC Paulista

Paulo Russo é o melhor baixista do Brasil de todos os tempos...

Miles davis et John Coltrane - So what



Um dos grandes momentos do jazz

Tipos de Trombones

Veja os tipos de trombones no link abaixo:
http://www.worldlingo.com/ma/enwiki/pt/Types_of_trombones

Meu Instrumento - Trombone - Trama/Radiola 08/12/08



Para quem não conhece um trombone.

Paquito D'Rivera



Esta mistura de Brasil, Cuba e Estados Unidos na música é sensacional, o que não acontece na política. O Brasil está muito bem representado pelo Airton Moreira (percussão e Cláudio Roditti (Trumpete). Louvor para o arranjo e solo do Slide Hamptom no Trombone na segunda apresentação.

segunda-feira, 7 de março de 2011

Baixada Jazz Big Band - Tivoli (Dexter Gordon)



Apresentacao na Sala Baden Powell em 02 Marco 2011

Phil Woods Just Friends



Este arranjo foi transcrito da gravação do "Charlie Parker on Strings", quando este saiu da formação tradicional de combo e surrpreendeu todo mundo gravando com uma orquestra de cordas. Parker estava com muita inspiração nesta gravação e com todo respeito a Phil Woods duvido que alguém possa superá-lo nesta performance dele, com cordas e instrumento de sopro com solos tão fantástico.

Charlie Haden Quartet West with string orchestra



Mais um excelente trabalho do baixista Charlie Handen desta vez acompanhado com osquestra de cordas e solo lindo do saxofonista Ernie Watts.

domingo, 6 de março de 2011

Grachan Moncur III "Now's The Time"



Para quem conhece a discografia de Mancur III não vai gostar desta apresentação e, também, a péssima gravação, mas foi o único registro em vídeo que encontrei deste excelente trombonista, por esta razão esta homenagem.

sábado, 5 de março de 2011

Como ouvir bom Jazz na Internet



Jazz para todos os gostos você poderá apreciar na Internet através do programa iTunes. Basta vc baixar o programa no Baixaki em: http://www.baixaki.com.br/download/itunes.htm
Após instalar o programa. Abrir a interface do programa e clicar na coluna esquerda em rádios e em seguida escolha Jazz e aparecerá uma série de emissoras para escolher. Particularmente gosto mais da JazzRadio.com - Mellow Jazz. Ótima emissora para relaxar e descontrair ao som de baladas lindíssimas."Boa Sorte"

terça-feira, 1 de março de 2011

O que é Jazz



Vários especialistas escrevem e vendem milhares de livros tentando nos dizer o que é o jazz. Quase sempre, no início dessas obras, assumem uma traiçoeira imagem de humildade repetindo as palavras de Louis Armstrong: ‘se você precisa perguntar o que é jazz, então você nunca vai saber’. Mas, aos poucos, esses especialistas não se agüentam e começam a escrever uma série de bobagens. Uma delas, bastante comum nos manuais, é ridicularizar as opiniões dos próprios músicos de jazz sobre o que seja jazz – ora, se as pessoas que fazem jazz não sabem o que tocam, como um especialista teórico em jazz vai saber? Jo Jones, grande baterista e arremessador de pratos, dizia que jazz é ‘tocar o que se sente’. Para o sempre amistoso Miles Davis ‘jazz é uma palavra crioula que os brancos despejaram sobre os negros’. Depois da sessão de humildade e das citações, os teóricos partem para a construção de imensos sistemas axiomáticos, cuja finalidade é comprovar que o jazz pode ser traduzido em palavras, partituras e gráficos. A grande maioria desses sistemas não passa de um giro retórico, repleto de notas de rodapé, quase sempre financiados por alguma universidade (aquele local onde se aprende a não dizer nada em vários volumes). As falácias são quase sempre as mesmas: que o jazz nasceu em New Orleans; que nasceu por volta de 1900; que foi criado pela mistura de uma multiplicidade de estilos anteriores, entre eles as work songs, os field rollers, os spirituals, o blues e o ragtime; que é caracterizado por um ritmo complexo e ‘propulsivo’ de origem africana; que é caracterizado por conjuntos que tocam na base da improvisação coletiva, com solos virtuosos e liberdade melódica, quase sempre com referência à harmonia européia ligeira ou, dependendo da época, profundamente modificada.


Ou seja, não chegam a lugar algum. O que me parece realmente significativo no jazz é o elemento sociológico, elemento que raramente é tratado – melhor seria dizer enfrentado – pelos críticos: quantos dos amigos navegantes sabem qual o número de judeus mortos no holocausto nazista? Creio que um bom percentual de leitores responderá 6 ou por volta de 6 milhões. E não me venha com aquela estória de que faltou orégano que o assunto aqui é sério. O mundo todo chorou esse crime, Hollywood promoveu muito esse choro, todos fizeram alarde, seja por um sentimento de indignação sincero, seja por interesse diverso ou escuso. O que quase ninguém chorou, o que ninguém denunciou devidamente, é que o número total de escravos importados da África não é conhecido exatamente. O que se sabe é que 900 mil foram trazidos para a América no século XVI; aproximadamente 3 milhões no século XVII; mais 7 milhões no século XVIII e 4 milhões no século XIX. Para cada um desses escravos que chegavam vivos em seus cativeiros, cerca de 5 eram mortos durante as capturas ou em alto mar. Ou seja, o comércio de escravos significou a eliminação de 60 milhões de africanos. Bem mais que os 6 milhões de judeus. E esses dados são fruto de pesquisas sérias (veja, por exemplo: The Black Triangle, de Armet Francis ou The Black Holocauste For Beginners, de S. E. Anderson).


A questão crucial então, como sempre salientou Miles Davis, é dizer que o jazz é o fruto musical de uma imensa revolta de 15 milhões de escravos, de 15 milhões de pessoas negras lamentando sua dor. O jazz nasceu como um código musical que procurava unir um povo dizimado, humilhado, seviciado, explorado e, após a abolição, abandonado por seu donos. Um povo que, apesar de tudo, precisava dançar, sorrir, relaxar, amar, experimentar e criar. O jazz é isso: é o que Jackie McLean e seus amigos Bill Hardman (t), Mal Waldron (p), Paul Chambers e Philly Joe Jones (d) fazem no álbum Jackie’s Pal (no pw), gravado em 31 de agosto de 1956 para a Prestige. Oxalá!

By John Lester às 15:44

Pat Metheny Group - Have you heard

Pat Martino: These Are Soulful Days

Freddie Hubbard Body And Soul

Trumpet Jazz with Art Farmer "very good

Griff's Groove. Kenny Clarke-Francy Boland big band

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Leny Andrade - A Night in Tunisia



Leny Andrade, vocals
João Carlos Coutinho, piano
Lucio Nascimento, bass
Adriano de Oliveira, drums

Pharoah Sanders & John Hicks - Frankfurt 1982

The Shadow of Your Smile by George Shearing

Morre o pianista de jazz George Shearing



Morre o pianista de jazz George Shearing

15/02/2011 08:13:09

Músico que nasceu cego, foi vítima de insuficiência cardíaca congestiva.
O pianista de jazz George Shearing morreu nesta segunda (14), em Nova York. Segundo o site da Reuters, o músico tinha 91 anos, e foi vítima de insuficiência cardíaca congestiva. "É uma grande perda para o mundo do jazz. George era um homem absolutamente maravilhoso, assim como tinha um talento maravilhoso, ele era uma pessoa ímpar", disse Dale Sheets, agente de Shearing à publicação.

George Shearing que nasceu cego, é dono de grandes sucessos e deixa mais de 300 composições, entre elas "Lullaby of Birdland". Ao longo de sua carreira, o pianista trabalhou ao lado de nomes como op trio Montgomery Brothers, Nat King Cole e Peggy Lee. Além disso, George Shearing fez parte do quinteto que gravou o sucesso "September in the Rain".

Reportagem da Revista Cifras

domingo, 20 de fevereiro de 2011

"Just Friends" Charlie Parker

Perdido - Jazz at Massey Hall



Sensacional esta faixa do cd “Perdido”, destaque para os solos de Gillespie e Powell.

Salt peanuts. The Quintet. Jazz at massey hall



Este álbum traz uma das mais famosas gravações da história do jazz, o registro do show realizado em maio de 1953, que reuniu Charlie Parker (saxofone), Dizzy Gillespie (trompete), Bud Powell (piano), Charles Mingus (baixo) e Max Roach (bateria). São seis faixas com o melhor do bebop, incluindo as destacadas "A Night in Tunisia" e "All the Things You Are". Vale a pena conferir!

sábado, 19 de fevereiro de 2011

Miles Davis - The Kind Of Blue Sessions



Kind of Blue

Em março e abril de 1959, Coltrane grava com o grupo de Miles Davis o álbum Kind of Blue, lançado em 17 de agosto de 1959. O álbum todo foi composto baseado em escalas modais, em que cada integrante recebia um grupo de escalas que definiam os parâmetros da improvisação. O modo de apresentação entrou em contraste com o estilo de composição do jazz tradicional, que se baseava em partituras completas, com progressões de acordes ou séries harmônicas. Kind of Blue é considerado como um dos álbuns mais influentes do jazz, alcançando um elevado número de vendas.

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

Comentários no Blog



Olá Jazófilos e instrumentalzófilos

Está faltando os comentários dos visitantes do Blog. É só clicar no link abaixo de cada postagem (comentários) em azul ou no lapizinho onde ainda não houver comentários e dar o seu recado. Vc também poderá compartilhar nos seus sites de relacionamento. Conto com o apoio de vcs para incremetar mais este blog.
Heleno Getúlio Paulo e Marcia Cristina Alves

Biografia - Michel Petrucciani



Michel Petrucciani veio de uma família ItaloFrench com um fundo musical. His father Tony played guitar, his brother Louis played bass and his last brother Philippe plays guitar too. Seu pai, Tony tocou guitarra, seu irmão Louis tocava baixo e seu irmão última Philippe toca guitarra também. Michel was born with osteogenesis imperfecta , which is a genetic disease that causes brittle bones and in his case short stature. Michel nasceu com osteogênese imperfeita , que é uma doença genética que provoca o enfraquecimento dos ossos e na sua baixa estatura caso. It is also often linked to pulmonary ailments. É também muitas vezes ligada a pulmonar doenças. In his early career his father and brother occasionally carried him, literally, because he could not walk far on his own unaided. No início da carreira de seu pai e irmão, ocasionalmente, o levou, literalmente, porque ele não podia andar sem ajuda muito na sua própria. In certain respects though he considered it an advantage as he got rid of distractions, like sports, that other boys tended to become involved in. [ 1 ] Em certos aspectos, mas ele a considerava como uma vantagem, ele se livrou de distrações, como esportes, que os outros meninos tenderam a se envolver pol [1]

At an early age he became an enthusiast of Duke Ellington and wished to become a pianist like him. Em uma idade precoce, ele se tornou um entusiasta de Duke Ellington e deseja se tornar um pianista como ele. Although he trained for years as a classical pianist, jazz remained his main interest. Embora tenha treinado por anos como um pianista clássico, jazz, manteve o seu principal interesse. He gave his first professional concert at the age of 13. Ele deu seu primeiro concerto profissional em 13 anos de idade. At this point of his life he was still quite fragile and had to be carried to and from the piano. Neste ponto de sua vida, ele ainda era muito frágil e tinha que ser feita de e para o piano. His size meant that he required aids to reach the piano's pedals, but his hands were average in length. Seu tamanho significava que ele precisava de ajudas para alcançar os pedais do piano, mas suas mãos estavam médio de comprimento. This had its advantages, however: at the beginning of his career Petrucciani's manager would often smuggle him into hotel rooms in a suitcase in a bid to save money. Isso tinha suas vantagens, no entanto: no início de sua carreira de gestor Petrucciani costumava contrabandear-lo em quartos de hotel em uma mala em uma tentativa de economizar dinheiro. By the age of 18 he was part of a successful trio. Com a idade de 18 ele era parte de um trio de sucesso. He moved to the US in 1982, where he successfully encouraged Charles Lloyd to resume playing actively. Ele se mudou para os EUA em 1982, onde ele conseguiu estimular Charles Lloyd para retomar a reprodução ativamente. On 22 February 1985 , with Petrucciani cradled in his arms, Lloyd walked onto the stage at Town Hall in New York City and sat him on his piano stool for what would be an historic evening in jazz history: the filming of One Night with Blue Note . Em 22 de Fevereiro 1985 , com Petrucciani embalou nos braços, Lloyd entrou no palco no Town Hall em Nova Iorque e sentou em seu banquinho do piano para o que seria uma noite histórica na história do jazz: as filmagens de Night with Blue Note One . The film's director John Charles Jopson would later recall in the reissued liner notes that the moment moved him to tears. O filme do diretor John Charles Jopson recordaria mais tarde no encarte relançado que o momento levou às lágrimas. In 1986 Petrucciani recorded a live album with Wayne Shorter and Jim Hall . Em 1986 Petrucciani gravou um álbum ao vivo com Wayne Shorter e Jim Hall . He also played with diverse figures in the US jazz scene including Dizzy Gillespie . [ 2 ] Ele também tocou com diversas figuras na cena do jazz dos EUA, incluindo Dizzy Gillespie . [2]

In 1994 he was granted a Légion d'honneur in Paris. Em 1994, foi concedido um Légion d'honneur em Paris.

His own style was initially influenced by Bill Evans although some compare him to Keith Jarrett . Seu próprio estilo foi inicialmente influenciado por Bill Evans , embora alguns compará-lo a Keith Jarrett .

On the personal side he had three significant relationships. No lado pessoal, ele teve três relacionamentos significativos. His first marriage was to the Italian pianist Gilda Buttà that ended in divorce. Seu primeiro casamento foi com o pianista italiano Gilda Butta que terminou em divórcio. He fathered two children, one of whom inherited his condition. Ele teve dois filhos, um de quem herdou sua condição. He also had a stepson named Rachid Roperch. [ 3 ] Ele também tinha um filho adotivo chamado Rachid Roperch. [3]

Michel Petrucciani died just after his 36th birthday from a pulmonary infection. Michel Petrucciani morreu logo após seu 36 º aniversário de uma infecção pulmonar. He was interred in Le Père Lachaise Cemetery in Paris. Ele foi enterrado no Père Lachaise , em Paris.

On 12 February 2009 the French music channel Mezzo broadcast a special event paying homage to Petrucciani ten years after his death. Em 12 de Fevereiro de 2009, o francês de música do canal Mezzo transmissão de um evento especial em homenagem aos dez anos Petrucciani após sua morte.

The first two American albums featuring Michel Petrucciani were produced by Gabreal Franklin. Os dois primeiros álbuns americana com Michel Petrucciani foram produzidos por Gabreal Franklin. The first, 100 Hearts , a solo album, was produced at the famous RCA Studio A, on the Avenue of the Americas in New York City. A primeira, 100 Corações, um álbum solo, foi produzido no famoso RCA Studio A, na Avenida das Américas , em Nova York. The second was a trio album, recorded live at Max Gordon's old Village Vanguard club in New York City. O segundo foi um álbum trio, gravado ao vivo no Gordon's velho Max Village Vanguard Club em Nova York. These were among the first albums to use newly developed digital recording technology, on Mitsubishi X80 recorders, so early on that the only manuals available were in Japanese; but Franklin and Tom Arrison managed to get them to function by trial and error, and produced excellent results. Estes foram os primeiros álbuns de usar a tecnologia de gravação digital recém-desenvolvido, em gravadores X80 Mitsubishi, tão cedo que os manuais estavam disponíveis apenas em japonês, mas Franklin e Tom Arrison conseguiu levá-los para funcionar por tentativa e erro, e produziram excelentes os resultados.

Discografia

Michel Petrucciani Trio (1981) Michel Petrucciani Trio (1981)
Date with Time (1981) Data com a Time (1981)
Michel Petrucciani (1981) Michel Petrucciani (1981)
Estate (1982) Imobiliário (1982)
Oracle's Destiny (1982) Destiny's Oracle (1982)
Toot Sweet (1982) Toot Sweet (1982)
100 Hearts (1983) 100 Hearts (1983)
Live at the Village Vanguard (1984) Live at the Village Vanguard (1984)
Note'n Notes (1984) Notas Note'n (1984)
Cold Blues (1985) Blues Fria (1985)
Pianism (1985) Pianismo (1985)
Power of Three (1986) with Wayne Shorter and Jim Hall Poder das Três (1986), com Wayne Shorter e Jim Hall
Michel plays Petrucciani (1987) Michel Petrucciani execuções (1987)
Music (1989) Music (1989)
The Manhattan Project (1990) with Wayne Shorter , Stanley Clarke , Lenny White , Gil Goldstein and Pete Levin O Projeto Manhattan (1990), com Wayne Shorter , Stanley Clarke , Lenny White , Gil Goldstein e Pete Levin
Playground (1991) Parque (1991)
Live (1991) Live (1991)
From the Soul (1991) on Dec 28, 1991 with Joe Lovano De Alma (1991) em 28 de dezembro de 1991, com Joe Lovano
Promenade with Duke (1993) Promenade com Duke (1993)
The Blue Note Years (1993) A Blue Note Years (1993)
Marvelous (1994) Maravilhosa (1994)
Conference De Presse (with Eddy Louiss ) (1994) Conferência De Presse (com Eddy Louiss ) (1994)
Au Theatre Des Champs-Élysées (1994) Théâtre des Champs-Élysées Au (1994)
Darn that Dream (1996) Darn That Dream (1996)
Flamingo] (with Stéphane Grappelli ) (1996) Flamingo] (com Stéphane Grappelli ) (1996)
Both Worlds (1998) Dois Mundos (1998)
Live in Germany (1998) and Trio in Tokyo (1999) (with Steve Gadd and Anthony Jackson , recorded in 1997) Vivo na Alemanha (1998) e Trio, em Tóquio (1999) (com Steve Gadd e Anthony Jackson , gravado em 1997)
Solo Live (1999) Solo Vivo (1999)
Bob Malach & Michel Petrucciani (2000) Bob Malach & Michel Petrucciani (2000)
Concerts Inedits/Live (2000) Inedits Concertos / Live (2000)
Conversation (2001) with Tony Petrucciani Conversação (2001) com Tony Petrucciani

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

Billy Taylor Trio featuring Candido - Mambo Inn

Biografia do Zeca do Trombone



José da Silva
15/8/1944 Rio de Janeiro, RJ
Instrumentista.

Nasceu no bairro de Campo Grande, Zona Oeste do Rio de Janeiro.

Estudou música com o maestro Rubem de Farias.

Filho de José Bezerra da Silva e Laura Soares da Silva.
Considerado pela crítica internacional como um dos melhores do mundo em trombone de pistão.

Participou de inúmeros discos com vários artistas da MPB, entre eles: Elizeth Cardoso, Carlos Dafé, Tim Maia, Beth Carvalho, Alcione, Martinho da Vila, Marlene, Wando, Milton Nascimento, Gonzaguinha, Ivan Lins, Araketu e Negritude Jr.

Com a cantora Marlene, participou do show "Praça Onze dos bambas", contracenando com a estrela em posição de destaque. O espetáculo foi escrito e dirigido por Ricardo Cravo Albin e percorreu todo o país através do "Projeto Pixinguinha".

No ano de 1977, gravou pelo selo Pirata o disco "Zeca do Trombone e Roberto Sax". No ano seguinte, lançou um compacto simples pela gravadora Top Tape.

Em 1980, pela gravadora Continental, gravou o LP "Rota do mar".

No ano de 1989, fez participação especial no disco "Gosto de festa", de Dominguinhos do Estácio.

Em 2000, juntamente com Carlos Dafé e Banda Malandro Dengoso, fez temporada na Gafieira Elite, no Rio de Janeiro. No ano seguinte lançou o CD "Gafieira".

Em 2005 foi um dos convidados da cantora Eliane Faria e do cantor belga Michel Tasky na homenagem ao bloco Bafo da Onça, que recebeu o trombonista no Bar Sacrilégio, na Lapa, centro boêmio do Rio de Janeiro.

Discografia
• (2001) Gafieira • Independente • CD
• (1980) Rota mar • Continental • LP
• (1978) Zeca do Trombone • Top Tape • Compacto simples
• (1977) Zeca do Trombone e Roberto Sax • Selo Pirata - São Paulo •

ALBIN, Ricardo Cravo. Dicionário Houaiss Ilustrado Música Popular Brasileira - Criação e Supervisão Geral Ricardo Cravo Albin. Rio de Janeiro: Instituto Antônio Houaiss, Instituto Cultural Cravo Albin e Editora Paracatu, 2006.
AMARAL, Euclides. Alguns Aspectos da MPB. Rio de Janeiro: Edição do Autor, 2008; 2ª ed. Esteio Editora, 2010.

Frank Rosolino & Raul de Souza- Corcovado

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Roberta Gambarini and Roy Hargrove

Saxofonista James Moody, um dos pais do bebop, morre aos 85 anos



Instituição do jazz foi contemporâneo de Dizzy Gillespie e Charlie Parker. Músico lutava havia dez meses contra câncer no pâncreas, diz esposa.

O saxofonista americano James Moody, um dos pais do bebop, o estilo do jazz desenvolvido nos anos 40, morreu na quinta-feira aos 85 anos de câncer de pâncreas em San Diego (Califórnia, oeste), informou nesta sexta-feira sua esposa, Linda Moody, em um comunicado.
"Meu doce, querido e precioso marido morreu hoje (quinta-feira) após dez meses lutando contra o câncer de pâncreas", revelou a esposa do músico. "Meu grande desejo era garantir que Moody transcendesse pacífica e calmamente, e nos encontrávamos na residência para doentes de San Diego desde segunda-feira", explicou.
Moody era considerado uma instituição do jazz por ter sido um dos participantes da criação do bebop, um estilo musical do jazz que se desenvolveu nos anos 40 por iniciativa de Dizzy Gillespie, Charlie Parker, Max Roach, Bud Powell e Thelonious Monk.

O Globo.com

sábado, 29 de janeiro de 2011

Raul de Souza (Trombone) - Biografia


Músico da Zona Oeste do Rio reconhecido mundialmente e que infelizmente não é divulgado na sua terra natal.

João José Pereira de Souza, nasceu em Campo Grande, subúrbio carioca e cresceu em Bangu, onde seu pai era pastor evangélico. Aprendeu pandeiro, bumbo, caixa e prato. Aos 16 anos de idade já tocava tuba na banda da Fábrica de Tecidos Bangu.
Foi na banda da fábrica que teve seu primeiro contato com o trombone (de válvulas), instrumento que logo em seguida estaria atacando nas gafieiras cariocas, já com o nome artístico de Raul de Souza, dado por Ary Barroso em seu programa de calouros.
Em 1957 Raul grava pela primeira vez, com Altamiro Carrilho e a turma da Gafieira, que incluía o baterista Edson Machado, o violonista Baden Powell, o sax tenor Zé Bodega e o acordeon de Sivuca. “depois de algum tempo, acabei por gravar um disco – a minha primeira gravação - que ganhou o nome da turma da gafieira (com Altamiro Carrilho e outros músicos fantásticos).
No fim do mesmo ano, vai dividir com o saxofonista Casé o título de melhor músico do ano, prêmio oferecido pelo crítico Paulo Santos em seu programa de jazz na Rádio M.E.C. do Rio de Janeiro.
Apesar do sucesso dessa primeira gravação e das participações que se seguiram, as dificuldades do mercado de trabalho, impossibilitavam a sobrevivência de Raul como músico profissional e o levaram a ingressar na Força Aérea Brasileira, onde permaneceu de 1958 a 1963, em Curitiba, como responsável pela organização da banda da corporação. Durante esse tempo, Raul trocou muitas vezes o trombone pelo bombardino, na banda, e pelo contrabaixo, em casas noturnas do local. Até que afinal se decide a trocar a segurança da vida de caserna pelas alegrias e incertezas que sempre acompanham a dedicação integral à música.
Após se desligar da FAB, vai trabalhar em orquestras de baile e casas noturnas de São Paulo, onde é chamado para trabalhar com Sérgio Mendes. De volta ao Rio de Janeiro, participa da gravação do LP de Sérgio Mendes (grupo Bossa Rio) ao mesmo tempo toca na Orquestra Carioca da Rádio Mayrink Veiga. Com Sérgio Mendes excursiona pela Europa durante um mês e meio, sua primeira experiência no Exterior.
Em 1965, Raul grava “À Vontade Mesmo”, seu primeiro LP como solista, que tem a participação do baterista Airto Moreira, conhecido por Raul nos tempos de Curitiba. Em seguida, Raul volta à Europa acompanhando o pianista Luís Carlos Vinhas. Raul permanece em Paris por um ano, trabalhando na boate Elephant Blanc e outras casas noturnas, inclusive o famoso clube de jazz Blue Note. Nessa temporada parisiense e nos quatro meses seguintes, como contratado do Casino de Monte Carlo, tem a oportunidade de tocar com grandes nomes de jazz, como o baterista Keny Clarke, um dos pais do bop. Na volta, Raul traz consigo seu primeiro trombone de vara, que passaria a ser seu instrumento favorito.
De novo no Brasil, Raul vai trabalhar por nove meses como integrante do RC-7, conjunto reunido por ele para acompanhar o cantor Roberto Carlos. Em 1968, monta o grupo instrumental Impacto 8, com o qual grava mais um disco. Um ano após, as dificuldades para ter seu trabalho reconhecido continuam e Raul parte para o México como integrante do grupo SamBrasil. Em 1973 é convidado para uma turnê pelos EUA com Flora Purim e Airto Moreira.

Ainda em 1973 Airto produz “Colors”, o primeiro LP americano de Raul de Souza, pelo selo Milestone, que tem arranjos do grande trombonista J.J.Johnson e participação do baterista Jack De Jonette e do saxofonista Cannonball Adderley. Este disco alavanca uma série de convites para participação de Raul em outras gravações (com Sonny Rollins, Caldera e outros) e leva Raul à “Encyclopedia of Jazz”, do crítico Leonard Feather.
Depois de “Colors”, viriam mais três LPs : “Sweet Lucy” em 1977, “Don’t Ask My Neighbors” em 1978 e “Till Tomorrow Comes”, em 1979. Todos pelo selo Capitol - os dois primeiros produzidos por George Duke.
Raul de Souza se consagra como compositor e instrumentista : durante sua longa temporada nos EUA, tocou e gravou com alguns dos melhores músicos americanos, como Cal’Tjader, Cannonball Adderley, Azar Lawrence, Al Dejohnette, Lionel Hampton, Sarah Vaughan, Leon Ndugu Chancler, George Duke, Stanley Clarke, Ron Carter, Frank Rosolino, Sonny Rollins, Freddie Hubbard (que assina a elogiada apresentação de seu álbum “Sweet Lucy”, do qual participa), Hubert Laws e outros, além dos brasileiros Sérgio Mendes, Airto Moreira, Flora Purim, Hermeto Pascual, Milton Nascimento, Toninho Horta, etc…
Raul também inventou um instrumento : o Souzabone, um trombone em dó com quatro válvulas, com maiores recursos que as tradicionais em si bemol com três válvulas. Raul desenhou e encomendou o instrumento, que vem utilizando a partir de seu LP “Don’t Ask My Neighbors”.
Entre os prêmios recebidos por Raul nos EUA, está o título de cidadão honorário de Atlanta, Geórgia. Em 1979, foi classificado pelo terceiro ano consecutivo entre os cinco melhores trombonistas de jazz, pelos leitores da revista Down Beat e considerado o número um, pelos da New York City Jazz Magazine.
Raul viveu por muitos anos na França, participando de apresentações com o seu grupo francês.
Em 2004 foi homenageado no Chivas Jazz Festival - Brasil. Em 2005 esteve novamente no Brasil para o lançamento do cd Elixir e do documentário "Viva Volta" de Heloísa Passos.
No início de 2006 recebeu com muita satisfação a notícia de que terá o seu novo trabalho lançado pela gravadora Biscoito Fino – o cd Jazzmim – gravado em Curitiba, com o grupo NaTocaia. O lançamento deste cd está previsto para a primeira quinzena do mês de setembro.
Com Jazzmim, Raul de Souza passará a estar longos períodos no Brasil, para os shows de lançamento.
Extraído da Gravadora Biscoito Fino


Histórias com o Raul

Vou contar aqui 2 passagens minhas com o Raul. Numa delas eu estava com uns 23 anos (sem datas, por favor) e a outra acredito, aconteceu há uns 10 anos.
A primeira eu estava no CREIB de Padre Miguel num baile com o conjunto do baterista Vicente. Quando vi o Raul me aproximei dele e perguntei se queria dar uma canja. Como músico instrumental está sempre doido para tocar, disse que sim. Aí veio o pior, o Vicente não conhecia ele e esnobou o Raul, mesmo eu colocando uma série de argumentos, acabamos nos desentendendo e finalizei dizendo que o conjunto dele era fraco e não estava a altura do Raul. Saímos dali e fomos para um clube próximo chamado Novo México, reduto do famoso Carlos Alberto Parreira (Ex- Técnico da Seleção Brasileira), por sinal o meu “pato” no tênis de mesa, cansei de ganhar dele no próprio Novo México, no CREIB e no Colégio Daltro Santos em Bangu. No Novo México tinha uns garotos tocando num baile oferecido pelo clube. Entramos no clube e o Raul nem quis saber se os meninos eram iniciantes ou não, pediu que eu falasse com eles e os meninos toparam. Quando o Raul começou a tocar os meninos pararam de tocar e ficaram apreciando os solos do Raul. Já passava das 4 da manhã quando o Raul resolveu ir embora...virou-se para mim e disse:
Raul - Bicho você sabe onde mora o Félix?
Heleno - Sei Raul, é perto da minha casa.
Raul –Legal, então Vamos até lá!
Heleno – Mas Raul é muito tarde, já passa das 5 horas da manhã.
Raul – Não faz mal. Vou tirar um som na porta da casa do Bicho e ele vai acordar.
Partimos para a casa do Félix quando chegamos na porta da casa dele, o Raul tirou o trombone da caixa e atacou com a Balada It Might as Well Be Spring. Raul conseguiu acordar todos o cachorros da rua e as pessoas começaram a acender as luzes, inclusive o Félix que logo reconheceu o som do Raul. Nos recebeu muito bem. Não me lembro da hora que saímos de lá, mas foi muito legal.
O encontro mais recente foi em Campo Grande no Bairro Adryana onde morei durante muitos anos. O Raul tinha aparecido no Bola Preta e conheceu uns amigos meus e ele estava acompanhado da crooner da Banda do Bola Preta que, também é minha amiga e não sabia que o Raul me conhecia. Não sei como surgiu meu nome na conversa e o Raul disse que me conhecia e que havia muito tempo que não me via. Marcou com o pessoal e apareceu lá em casa com uns músicos e começamos a bater papo até altas horas. O Raul tinha voltado dos EUA onde viveu mais de 20 anos. Preparei uma grande homenagem para ele no outro dia. Tinha um vizinho, o Helinho, que foi um dos bateristas da “Turma da Gafieira”, um dos melhores conjuntos de baile que já tocou nas gafieiras do Rio de Janeiro no qual o Raul, também, fazia parte. O Helinho ainda tinha a camisa do conjunto e resolveu a dar de presente ao Raul e eu tinha o disco original e único gravado pelo conjunto e também dei de presente ao Raul. Raul ficou muito emocionado e nunca imaginou que ainda pudesse existir aquelas relíquias.

Heleno G. Paulo


Próxima Biografia – Zeca do Trombone